Bullying (Bully)

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Vivese Senso Duo
bullyingAinda assim o conteúdo apresentado torna-se cada vez mais importante, 
sobretudo àqueles que, de uma forma ou de outra, tem algum contato com a realidade de preconceitos na infância, fase que deve ganhar mais atenção devido ao caráter fundamental na socialização dos indivíduos.
 
O bullying, no filme e fora dele, apresenta-se como um caldeirão de preconceitos, unindo o racismo, homofobia, machismo, xenofobia e tantas outras formas de humilhação, expressando-se muitas vezes em agressões físicas e gratuitas. Ainda que a vítima não tenha necessariamente a característica do preconceito em questão – não é necessário que seja de fato homossexual para ser alvo da homofobia, por exemplo – esse tipo de agressão é tão presente quanto negligenciada.
 
No filme a escola é o único ambiente retratado, embora não seja de fato o único local que a prática possa ser encontrada. Esse limite de espaço é pertinente. Todos os estudantes retratados são jovens, que devem lidar desde cedo com a hostilidade, mesmo sem a maturidade que poderia implicar em maior discernimento.
 
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http://www.healthzone.pt/art,diga-stop-as-rugas-com-ajuda-de-lefery,19.htm
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Se olhar no espelho é uma tortura todos os dias para si
A referência que as crianças 
costumam buscar nos adultos diante de qualquer dificuldade nesta época da vida é absurdamente desfeita quando vemos os responsáveis pela escola eximindo-se de qualquer culpa e, pior, fazendo o possível para jogar a responsabilidade na vítima. Não chega a ser surpreendente que este fato se repita cotidianamente na vida adulta, pois podemos notar com frequência acusações de que uma mulher estuprada supostamente provocou seu estuprador, ou que um homossexual agredido agiu de forma a justificar a violência sofrida.
 
A naturalidade ao tentar culpar aquele que está na condição de vítima, assim como a forma com que o agredido encara a situação, forma-se desde os primeiros anos de infância. Para quem assiste o documentário pode parecer confuso que um garoto volte apanhando dentro do ônibus, sem nenhum motivo que pudesse ser usado como falsa justificativa, e diga que seus agressores eram seus amigos, porém a noção de amizade e até mesmo de agressão devem ser desenvolvidas socialmente, por meio de exemplos e contraexemplos.
 
Aos poucos fica claro que aquelas crianças, quando reagem ou quando toleram com naturalidade as agressões, agem por acreditar que é a maneira correta, e acreditam por assumir uma culpa que não lhes cabe, mas é apreendida aos poucos, iniciada pelos colegas e referendada pelos funcionários complacentes com a violência. Essa naturalização de atos inadmissíveis torna-se tão enraizada que passamos a encarar com indiferença quando uma vítima é culpada.
 
 
 
http://artigosdecinema.blogspot.com/2012/12/bullying-bully.html

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